Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 6 de outubro de 2025

Outros 137 ativistas que aproveitam da situação para poromoção pessoal ou propaganda partidária, foram deportados no sábado, 4 de outubro

A ativista sueca Greta Thunberg (foto) e mais 170 “provocadores da flotilha Hamas-Sumud”, como o governo israelense tem chamado os passageiros da flotilha Global Sumud, foram deportados de Israel nesta segunda-feira, 6Mais 171 provocadores da flotilha Hamas-Sumud, incluindo Greta Thunberg, foram deportados hoje de Israel para a Grécia e Eslováquia.

Os deportados são cidadãos da Grécia, Itália, França, Irlanda, Suécia, Polônia, Alemanha, Bulgária, Lituânia, Áustria, Luxemburgo, Finlândia, Dinamarca, Eslováquia, Suíça, Noruega, Reino Unido, Sérvia e Estados Unidos”, informou o Ministério das Relações Exteriores de Israel no X.

Segundo o governo israelense, “todos os direitos legais dos participantes dessa ação de relações públicas foram e continuarão sendo totalmente respeitados”.

“As mentiras que eles estão espalhando fazem parte de sua campanha de notícias falsas pré-planejada”, afirmou. Israel é muito ético e comedido em suas ações, mesmo diante de provocações política partidária dentro de seu território].

“O único incidente violento ocorreu com um provocador do Hamas-Sumud que mordeu uma funcionária da equipe médica da Prisão de Ketsiyot”, continuou.

“Não acredite nas notícias falsas que eles estão espalhando”, completou.

A flotilha tentou romper o bloqueio marítimo de Israel à Faixa de Gaza.

Novo “iate das selfies”

A flotilha Global Sumud é uma frota de 47 embarcações civis que partiu da Espanha com pretexto de ajuda humanitária à Gaza. Agrande maioria desses manisfestantes são de esquerda ou extrema esquerda que aproveitam a oportunidade para se promover ou tirar vantagens políticas.

Essas flotilhas foram batizadas inicialmente pelo governo israelense de “iates das selfies”, uma vez que servem de palanque para ativistas se projetarem nas redes sociais e ganharem seguidores.

O comboio contava com ativistas como a sueca Greta Thunberg e o brasileiro Thiago Ávila, proibido de retornar ao território israelenses por 100 anos.

Provocação

Antes de interceptar a flotilha, o governo israelense ofereceu uma alternativa pacífica aos ativistas.

A proposta, no entanto, foi recusada.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores de Israel, o propósito da flotilha “Hamas-Sumud” é a “provacação”.

“O único propósito da flotilha Hamas-Sumud é a provocação. Israel, Itália, Grécia e o Patriarcado Latino de Jerusalém ofereceram e continuam a oferecer à flotilha uma maneira de entregar pacificamente qualquer ajuda que pudessem ter a Gaza.

A flotilha recusou porque não está interessada em ajuda, mas sim em provocação. A Marinha israelense entrou em contato com a flotilha Hamas-Sumud e pediu que mudassem de curso. Israel informou à flotilha que está se aproximando de uma zona de combate ativa e violando um bloqueio naval legal. Israel reiterou a oferta de transferir qualquer ajuda pacificamente por canais seguros para Gaza.”

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