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Tarcísio de Freitas salientou que o país enfrenta uma “crise moral” e uma “crise fiscal”, mencionando pontos como gastos públicos, aumento de impostos e corrupção.
Governador de São Paulo,Tarcísio de Freitas admite que poderar disputar a eleição presidencial e critica atitudes tomada pelo governo federal nas relações exterior, diz que “não é vergonha” buscar um acordo.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), criticou nesta sexta-feira, 15, a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a condução das negociações de tarifas impostas pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às exportações brasileiras. Também defendeu uma postura mais ativa na diplomacia, argumentando pela necessidade de acordo entre as nações, visando proteger empresas nacionais prejudicadas.
Ele classificou a posição do governo federal como “cômoda”, e pediu maior empenho nas tratativas internacionais. Para Freitas, a negociação entre chefes de Estado é fundamental para superar impasses comerciais. Ele enfatizou que “não é vergonha, não é humilhação para nenhum chefe de Estado sentar com outro chefe de Estado para chegar a um acordo”.
Tarcísio defendeu que relações internacionais se constroem por meio de concessões recíprocas. O foco, segundo ele, deve ser nos interesses de empresas e na preservação de empregos no Brasil. Ele pontuou que companhias importadoras de eletrônicos e motores sofrem com as tarifas, impactando negativamente a balança comercial com os Estados Unidos, país com o qual o Brasil mantém mais de 200 anos de relacionamento.
Tarcísio é pré-candidato ao Planalto?
Em evento anterior, na quarta-feira, 13, o governador expressou descontentamento com o cenário político, destacando uma discussão sobre a mesma figura política por quatro décadas. Tarcísio de Freitas salientou que o país enfrenta uma “crise moral” e uma “crise fiscal”, mencionando pontos como gastos públicos, aumento de impostos e corrupção.
Para que o Brasil avance, ele sugeriu uma “troca do piloto”. Questionado sobre uma eventual candidatura à Presidência da República em 2026, reiterou sua intenção de permanecer em São Paulo e disputar a reeleição. Ele afirmou ter um projeto de longo prazo para o estado, com entregas e obras estruturantes previstas até 2028, 2029 e 2030, visando deixar um legado. Fonte O Antagonista
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