Documento que chegou ao Itamaraty, é uma visão clara de como o governo dos EUA, percebe a democracia brasiliera O governo brasileiro recebeu, no ano passado, uma proposta dos Estados Unidos que incluía uma série de...
Facção atua em 20 estados e no Distrito Federal


A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (31) a megaoperação Caixa Forte 2, para investigar tráfico de drogas e lavagem de dinheiro praticados por facção criminosa. Para a ação, foram mobilizados 1,1 mil policiais federais, que cumprem 623 mandados judiciais em 20 unidades federativas (Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo) e no Chile.
Ao todo, foram expedidos pela 2ª Vara de Tóxicos de Belo Horizonte 422 mandados de prisão preventiva e 201 mandados de busca e apreensão. Também foi ordenado o bloqueio judicial de R$ 252 milhões.
Em nota, a PF informou que, na primeira fase da operação, descobriu a existência do núcleo “Setor do Progresso”, que tinha como função promover lavagem de dinheiro dos valores gerados com a atividade de tráfico de drogas.
As investigações também conduziram a polícia ao chamado “Setor da Ajuda”, criado para recompensar membros de uma facção recolhidos em presídios e que mantinham contas bancárias para onde parte do dinheiro oriundo das atividades era destinada. Em alguns casos, as quantias eram depositadas em contas de pessoas que não pertenciam ao grupo criminoso, para despistar as autoridades policiais.
A PF apurou, ainda, que 210 suspeitos desempenham as funções no alto escalão da facção criminosa, como a execução de servidores públicos. Todos cumprem penas em presídios federais. Os presos deverão responder por crimes de participação em organização criminosa, associação com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, cujas penas podem chegar a 28 anos de prisão.
Informações: Agência Brasil – Edição: Kleber Sampaio
Veja Também
Fachin atende apelo de Moraes e adia sessão que analisaria caso Mendonça para depois das Eleições
Fachin levou em consideração a questão de ordem que os fatos do envolvimento do ministro Alexandre de Moraes com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta...
Auditoria do Master: ex-diretora de instituto ligado Gimar Mendes recebeu R$ 33 milhões de Vorcaro
Auditoria nas contas do Banco Master, aponta registros de pagamentos ao escritório de Dalide Corrêa, citada por executivos do Master como “canal direto com o STF O Banco Master pagou 33 milhões de reais, em...