A Portos do Paraná ampliou em 63% a movimentação de veículos em 2026 e assumiu a vice-liderança nacional nas operações de importação e exportação desse tipo de carga. Entre janeiro e maio, o embarque e...
Bate-boca na CCJ entre depuado e assessor termina na delegacia e vai para o Conselho de Ética
A confusão, desta vez, começou com uma discussão entre deputado Renato Freiras (PT) e um assessor de Márcio Pacheco (PSD), tendo culminado com bate-boca com ex-presidente deputado Ademar Traiano (PSD).
Depois do apoio do Partido dos Trabalhadores ao candidato do PSD na campanha eleitoral em Curitiba, o que se esperava seria um ambiente de mais cordialidade entre a oposição e situação na Assembleia Legislativa. Fato é que os integrantes da comissão da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Assembleia Legislativa não são os mesmos com a nova legislatura. Nesta segunda-feira (24), durante a segunda sessão do ano, a coisa despencou e a aparência harmonia degringolou. É bem verdade, que já era esperado — diante da composição da comissão, com Ademar Traiano (PSD) e Renato Freitas (PT) ombreados, e do histórico do embate entre eles no plenário do parlamento.
A confusão, desta vez, começou com uma discussão entre o petista e um assessor parlamentar do deputado Márcio Pacheco (PP). Renato Freitas afirmou que, durante sua fala, o servidor estava fazendo caras e bocas — o que teria irritado o petista.
“O senhor está com algum problema? Porque o senhor está me incomodando. Não tem educação e quer ter evidência aqui na sala da CCJ. Estou falando exatamente com você, rapaz (se referindo ao assessor). Porque se você começar a fazer mímicas e dar gargalhadas ou interferir na minha atuação parlamentar, terei que pedir para você se retirar”, disse o petista, até então, em tom calmo.
Pacheco “tomou as dores” do funcionário. “Ele é da minha assessoria e vai permanecer aqui. O senhor que faça a leitura do seu documento. Você não manda aqui”. Renato Freitas então subiu o tom. “Eu faço o que eu quiser. Quem é você, coronelzinho de meia pataca”. Foi neste momento, que Traiano intercedeu. “Eu exijo respeito de sua excelência. Aqui não tem coronelismo, mas sim um deputado”.
“Então exija respeito dele e daquele rapaz. Não tenho medo do senhor que é corrupto. O senhor é corrupto e não tem nem moral para falar”, retrucou Renato Freitas, relembrando a série de discussões com Traiano sobre o Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) assinado pelo então presidente da Casa com o Ministério Público do Paraná em que ele confessa ter recebido R$ 100 mil de propina de um empresário que mantinha contrato com o Poder Legislativo.
Vale lembrar, que Ademar Traiano e Renato Freitas não foi surpresa e era questão de tempo. Mas o bate-boca não parou por aí e o caso foi parar na delegacia de Polícia Civil. Após o término da sessão, o assessor parlamentar e Renato Freitas acabaram se estranhando do lado de fora da sala da comissão.
O fato ocorreu momento depois da discurção na sala da CCJ, momento em que o deputado delegado deputado Tito Barrichello deu voz de prisão e acionou a Polícia, para uma assessora do deputado Renato Freitas, alegando preconceito e injuria racial contra sua assessora.
Veja Também
Jacomar e Nichele são homenageados na Câmara de Curitiba
O supermercado Jacomar e a loja de construção Nichele foram celebrados em Sessão Solene a pedido dos vereadores Jasson Goulart e Tico Kuzma. Na terça-feira passada (16), a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) homenageou, com votos de...
Guarda Municipal de Curitiba já prendeu 100 foragidos da Justiça, somente neste ano
No mais recente episódio, homem com mandado de prisão em aberto na Alameda Doutor Muricy, no Centro Um homem com mandado de prisão em aberto foi preso pela Guarda Municipal na noite desta terça-feira (23/6),...