A Portos do Paraná ampliou em 63% a movimentação de veículos em 2026 e assumiu a vice-liderança nacional nas operações de importação e exportação desse tipo de carga. Entre janeiro e maio, o embarque e...
O júri popular presidido pela juíza Dra. Mychelle Pacheco, condenou nesta quinta-feira (13) o ex-agente penitenciário, Jorge José Rocha Guaranho pela morte do guarda municipal, Marcelo Arruda, com sentença de 20 anos, que foi agravada pelo fato do réu ser agente público, e fazer uso indevido de arma de fogo, a qual ele era depositário.
Promotores do Ministério Público, disseram que a sentença foi uma vitória contra a violência e a intolerância, servirá de exemplo para que as pessoas entendam, que devem cultivar a tolerância e respeitar as opiniões contrárias.

A família da vítima disse que foram anos de angustia, mas que a condenação do réu trás conforto para todos, que sofreram com a perda de Marcelo Arruda.
Advogado Dr. Élcio Quaresma, que defende o Jorge Guaranho, disse que vai recorrer com “base nos fundamentos dos quais ele acredita que as decisões foi manifestamente contrária as provas dos autos e nos falso depoimento da testemunha que é parente da esposa da vítima e que tentou matar o réu. Além da pena desproporcional para um réu primário.
CONTESTO DOS FATOS
O fato aconteceu em Foz do Iguaçu, durante a comemoração do aniversário de 50 anos de Marcelo Arruda, numa associação da cidade.
Ambos eram servidores públicos e depositário de armas de foto para eventual necessidade de defesa, Jorge Guaranho era agente penitenciário e Marcelo Arruda era guarda municipal. Porém, eles utilizaram o equipamento público, para resolver de forma violenta as questões pessoais e opiniões ideológicas políticas.
Arruda era militante do PT, e, na sua festa de aniversário, fez as decorações do salão do clube com motivos políticos partidário em homenagem ao então presidenciável Luiz Inácio LULA da Silva.
Jorge Paranhos que era bolsonarista, sentiu provocado com o tipo da música do adversário. Neste momento houve troca de ofensa e o petista, que jogou terra na cara de Guaranho que estava ao volante no seu carro.
O agente penitenciário, que estava com a família no carro, retornou a sua casa e voltou ao clube para tirar satisfação, o que acabou em confronto e troca de tiros e a morte de Marcelo Arruda.
Veja Também
Jacomar e Nichele são homenageados na Câmara de Curitiba
O supermercado Jacomar e a loja de construção Nichele foram celebrados em Sessão Solene a pedido dos vereadores Jasson Goulart e Tico Kuzma. Na terça-feira passada (16), a Câmara Municipal de Curitiba (CMC) homenageou, com votos de...
Guarda Municipal de Curitiba já prendeu 100 foragidos da Justiça, somente neste ano
No mais recente episódio, homem com mandado de prisão em aberto na Alameda Doutor Muricy, no Centro Um homem com mandado de prisão em aberto foi preso pela Guarda Municipal na noite desta terça-feira (23/6),...