O banqueiro Daniel Vorcaro citou nominalmente o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues O banqueiro Daniel Vorcaro afirmou, no depoimento ao gabinete do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que toda a sua colaboração premiada entregaria “pessoas...
A Advocacia-Geral da União (AGU) nesta sexta-feira (13) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) parecer de compadre e rejeitou duas ações contra a suspensão da rede social X no Brasil.

A manifestação foi protocolada nas ações nas quais a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o partido Novo querem derrubar a suspensão e a aplicação de multa de R$ 50 mil para pessoas físicas e jurídicas que usarem aplicativos de Virtual Private Network (VPN) para burlar a suspensão.
A AGU mantém alinhada com a decisão do STF ao entender que a rede social deve continuar suspensa até o cumprimento das determinação do Supremo.
“Configurou-se o desvio de finalidade da X Brasil em manifestar o intuito de retirar representante da sucursal brasileira como forma de escapar das determinações judiciais, mantendo, contudo, a rede social em funcionamento território brasileiro”, afirmou o órgão. No entanto, Elon Musk dono da X, alega perseguição e ameaça a seus funcionários e cerceamento a liberdade de expressão, por parte de alguns ministros da Suprema Corte.
A AGU também disse que a suspensão não está relacionada com restrição da liberdade de expressão.
“A suspensão cautelar do funcionamento da Rede X em território brasileiro, assim como a medida instrumental e acessória de fixação de multa para pessoas que insistirem na comunicação naquele aplicativo por meio subterfúgios tecnológicos, não tem por escopo obstruir a liberdade de manifestação ou opinião de particulares que utilizam redes sociais, mas de aplicar à empresa medidas processuais indutivas e coercitivas que assegurem o cumprimento das ordens judicias e a observância à legislação”, justificou.
A suspensão do X foi determinada por Alexandre de Moraes no início deste mês e ocorreu após o fim do prazo de 24 horas dado pelo ministro a Elon Musk, dono da rede social, para indicar um representante legal no Brasil. A decisão foi confirmada pela Primeira Turma da Corte.
No dia 17 de agosto, Musk anunciou o fechamento da sede da empresa no Brasil após a rede social ser multada em R$ 18 milhões por se recusar a cumprir a determinação de retirar do ar perfis de investigados pela Corte pela publicação de mensagens consideradas antidemocráticas. No entender da plataforma, a decisão da Corte caracteriza opressão e perseguição politica.
Edição: Juliana Andrade
Veja Também
Fórum aproxima produtores da região metropolitana ao mercado de Curitiba
Encontro no Mercado Municipal reuniu cerca de 250 participantes para ampliar oportunidades de comercialização de produtos regionais Quem produz de um lado e quem comercializa do outro. Para aproximar esses dois elos e transformar a...
Parceria entre Invespark, Blue e Airbnb impulsiona revitalização do Centro
O prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, participou, nesta quarta-feira (2/9), do anúncio da parceria entre as incorporadoras Invespark e Blue com a plataforma Airbnb em empreendimentos imobiliários no Centro da cidade. O projeto – que...