Material reúne informações para quem quer abrir, formalizar ou desenvolver um negócio em Curitiba e está disponível em seis idiomas O prefeito Eduardo Pimentel lançou nesta quarta-feira (16/9), durante a abertura da Feira do Empreendedor...
‘Rachadinhas de Queiroz’
O caso Queiroz poderá ser um momento muito apropriado para se discutir a prática muito comum, as chamadas “rachadinhas” que acontecem nos gabinetes de políticos, que combinam pagamento de salários generosos para ter de volta parte do dinheiro, e assim fazer um caixa extra para as próximas campanhas. Não por acaso, que a Assembleia Legislativa paga altos salários para assessores parlamentares, que não passam de cabos eleitorais mantido com dinheiro público. Quando se visita um gabinete político, logo percebe uma cambada de funcionários vadios, ociosos, poucos são os que trabalham de fato, a grande maioria desses, quando não muito fazem serviços particulares ou ficam na internet postando besteiras ou trolando adversários políticos.
No caso do Paraná o governo repassa para a Assembleia Legislativa cerca de 6% da receita líquida, para manter 56 deputados. Cada deputado mantém em seu gabinete mais de 22 assessores, há deputados que fazem parte de comissões ou lideranças partidárias, que chegam a ter mais de 50 assessores. A maioria desses assessores só aparecem para bater o cartão no final do dia, outros nem aparecem, são os conhecidos funcionários fantasmas. O que faz um deputado que precisa de tanta gente para assessorar duas ou três sessões por semana? Políticos que, utilizam o tempo na maioria das vezes com discursos vazios, sem grande relevância, ou gastam o tempo fazendo homenagens.
Opinião
É necessário passar o Brasil a limpo, fazer uma nova constituição, na qual o repasse para câmeras e assembleias não ultrapasse 1% da receita do município e do es
‘Rachadinhas’
O caso Queiroz poderá ser um momento muito apropriado para se discutir a prática muito comum, as chamadas “rachadinhas” que acontecem nos gabinetes de políticos, que combinam pagamento de salários generosos para ter de volta parte do dinheiro, e assim fazer um caixa extra para as próximas campanhas. Não por acaso, que a Assembleia Legislativa paga altos salários para assessores parlamentares, que não passam de cabos eleitorais mantido com dinheiro público. Quando se visita um gabinete político, logo percebe uma cambada de funcionários vadios, ociosos, poucos são os que trabalham de fato, a grande maioria desses, quando não muito fazem serviços particulares ou ficam na internet postando besteiras ou trolando adversários políticos.
No caso do Paraná o governo repassa para a Assembleia Legislativa cerca de 6% da receita líquida, para manter 56 deputados. Cada deputado mantém em seu gabinete mais de 22 assessores, há deputados que fazem parte de comissões ou lideranças partidárias, que chegam a ter mais de 50 assessores. A maioria desses assessores só aparecem para bater o cartão no final do dia, outros nem aparecem, são os conhecidos funcionários fantasmas. O que faz um deputado que precisa de tanta gente para assessorar duas ou três sessões por semana? Políticos que, utilizam o tempo na maioria das vezes com discursos vazios, sem grande relevância, ou gastam o tempo fazendo homenagens.
Opinião
É necessário passar o Brasil a limpo, fazer uma nova constituição, na qual o repasse para câmeras e assembleias não ultrapasse 1% da receita do município e do estado. As sessões parlamentares poderão ser virtuais, como está acontecendo nesse período de pandemia, isso vai trazer menor custo para os cofres públicos.
tado. As sessões parlamentares poderão ser virtuais, como está acontecendo nesse período de pandemia, isso vai trazer menor custo para os cofres públicos.
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