Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 11 de maio de 2024

O país precisa trabalhar na prevenção e na mitigação das causas que provocam catástrofes, como essa que está acontecendo no Rio Grande do Sul.

Em entrevista nesta sexta-feira (10) a TV Brasil, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmou que é preciso sair da “lógica de gerenciar apenas a o desastre” e passar a gerenciar ativamente também a “urgência climática”.

Ela afirmou que eventos extremos continuarão ocorrendo, em razão do aquecimento global, e que, por isso, além de prestar socorro às suas vítimas, é preciso trabalhar na prevenção e na mitigação das causas que provocam catástrofes como a que o Rio Grande do Sul vive há mais de uma semana. 

No entanto, há mais de três meses, que o professor Francisco Carvalho (UFPR) PhD em estudo do meio ambiente e prevenção de catástrofes, tenta sem sucesso uma agenda com a ministra Marina Silva (Rede), que não retorna, e muito menos se mostra interessada em soluções inteligentes, para mitigar ocorrências provocada pela mudança climática. Repete como um papagaio, sempre o mesmo jargão, “vamos reduzir a emissão de CO2”:

“Vamos ter que trabalhar, continuando a mitigar o que leva a esses eventos extremos, que é reduzir a emissão de CO2, reduzir o desmatamento

Contudo, há muito a se fazer para prevenir catástrofes como essa que está acontecendo no Rio Grande do Sul, e poderá ocorrer em outras regiões do Brasil. Razão pela qual não se pode desprezar o conhecimento científico e a experiência catedrática com projetos importantes. O governo não pode se valer apenas de seu circulo de amizade e indicação política, se achar autossuficiente e ignorar outras cabeças pensante.

Fato é que, essa equipe de ministro do governo Lula é a mais medíocre das ultimas décadas, escolhidos por critério mais político que técnico. A Marina tem uma trajetória política até interessante, porém, a sua equipe de trabalho não corresponde a necessidade das demanda de seu ministério. A sensação de quem observa é que a ministra está mais para atender apelos políticos, que resolver ou prevenir problemas de crises ambientais, provocada pelas mudanças climáticas.

(Foto: REUTERS/Adriano Machado)

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