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Com certeza a turma da esquerda que torce para o quanto pior melhor, hoje está em festa não apenas com o pedido de exoneração do ministro Sérgio Moro, mas principalmente com a troca de acusações entre o Bolsonaro e o ex-ministro,o que é muito ruim para a imagem de ambos. A torcida contra, da turma do quanto pior melhor, se alegra com divisão e contendas. Infelizmente esse tipo de conflito além de repercutir negativamente, abala o grupo, consome a boa energia, além de repercutir negativamente.
Atitudes precipitadas provocam prejuízos irreparáveis, ruim para o Moro que abriu mão da oportunidade de ser indicado ao ministro do Supremo e péssimo para o presidente Bolsonaro que perdeu força e prestígio com afastamento do ministro Sérgio Moro, além do desgaste desnecessário.
O ideal seria que houvesse mais tolerância, diálogo e flexibilidade entre o presidente e seus ministros. No entanto, esse tipo de conflito e rota de colisão é natural em uma gestão empresarial, e muito mais quando se trata administração pública. A arte de governar é como um tabuleiro de xadrez, requer estratégia, paciência, flexibilidade e tolerância, sem perder os objetivos proposto.
Evidente que o governo de Bolsonaro sofre ataques de todos os lados, e a pressão é muito grande sobre o presidente, principalmente pelo fato de não haver governo de coalisão e parceria com a imprensa.
O presidente Bolsonaro, precisa entender que não precisa responder tudo que os repórteres perguntam. Há muitas perguntas capsciosas e maliciosas, com intenção fazer de provocar contradições ou confusão. Então o presidente não precisa necessariamente responder todas as perguntas. Tem perguntas que não merece resposta, nestes casos deve desconversar, muda de assunto, sai pela tangente, como faziam os outros presidentes. Responder aquilo que está na pauta, com convicção e firmeza, sem perder o carisma.
Acredito que um reino dividido é um reino fraco, e a saída de Moro pode afastar uma boa parcela de simpatizantes que apoiaram Bolsonaro. Contudo, ainda há tempo para conciliação, quem sabe em outubro Bolsonaro convide Sérgio Moro para ministro do STF.
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