Mesmo determinado a manter candidatura própria, o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca (MDB) é considerado uma das figuras mais estratégicas da eleição. Sua forte identificação com Curitiba e Região Metropolitana faz com que diversos grupos...
O presidente Luiz Inácio Lula (PT), exibe no braço um relógio de pulso da marca Piaget avaliado em R$ 80 mil, que não estava registrado na lista oficial de presentes informada ao Tribunal de Contas da União (TCU), e só foi descoberta após uma investigação pedida em 2016. O objeto faz parte de uma lista de 568 itens que foi entregue à Corte, e que alguns teriam desaparecido do acervo presidencial durante o governo de Lula e de Dilma Rousseff (PT).
Nas redes sociais a esquerda critica duramente o ex-presidente Bolsonaro por ter vendidos alguns presentes pessoais, (personalíssimos) que recebeu durante o seu governo. Os mandatários recebem muitos presentes de autoridades estrangeiras, e tudo deve ser registrado no TCU, que decidirá o que é bem da União ou personalíssimo. O Lula enquanto presidente, recebeu vários presentes, porém, alguns não foram registrados nas listas do TCU, para análise do que é de valor histórico, ou personalíssimo, isso é, presente pessoal.
Segundo uma apuração do jornal Folha de São Paulo publicada nesta terça (22), o relógio não consta na lista. O objeto foi dado de presente a Lula pelo ex-presidente francês Jacques Chirac em 2005, durante as celebrações do Ano do Brasil na França.
Em julho deste ano, durante a live semanal, Lula admitiu ter recebido o relógio como presente, e que chegou a ficar perdido após uma mudança – ele teria encontrado posteriormente e passou a usá-lo. Durante a campanha eleitoral de 2022, Lula foi flagrado usando o relógio e o caso gerou muito comentários sobre o presente que ele usava.
Na mesma lista, oito itens presenteados foram considerados perdidos, resultando em um ressarcimento feito pelo presidente Lula, no valor aproximado de R$ 11 mil. Segundo informações da assessoria do TCU, o relógio não estava entre esses itens. (Fonte: Folha de S.Paulo e Gazeta do Povo).
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