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O Conselho Federal de Medicina (CFM) liberou o uso da cloroquina contra o coronavírus se o paciente souber dos riscos e o médico quiser prescrever o medicamento. De acordo com o Conselho, o uso da substância continua a não ter comprovação científica, mas a situação de pandemia é uma excepcionalidade, o que fez o CFM avaliar a situação desta maneira.
O parecer do CFM foi apresentado nesta quinta-feira (23) ao presidente Jair Bolsonaro, em reunião no Palácio do Planalto. A informação foi antecipada pela coluna. O texto estabelece algumas circunstâncias para o uso.
A avaliação de que a cloroquina pode ser utilizada, respeitando a relação médico e paciente, já havia sido apontada pelo ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta. O parecer do CFM segue na mesma linha. Mas, atualmente, não há um protocolo formal do Ministério da Saúde, o que está em discussão no governo.
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Receita online
Em outra frente, nesta quinta-feira, o Conselho Federal de Medicina, o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) e o Conselho Federal de Farmácia (CFF) lançaram uma plataforma que permite a validação de receitas e atestados médicos, à distância. Isso irá auxiliar o trabalho de médicos que atendem virtualmente, o que está permitido até o fim da pandemia de coronavírus.
Trata-se de um site validador de prescrições médicas, o que facilita a comprovação na hora de comprar algum medicamento. O paciente poderá receber o documento pelo celular.
“Esta é parte de uma iniciativa que soma esforços ao trabalho de outros órgãos reguladores e legisladores para efetivar a possibilidade da utilização da Telemedicina, em caráter de excepcionalidade e enquanto durar as medidas de enfretamento ao coronavírus, já estamos desenvolvendo estratégias pós-pandemia”, explica o 1º secretário do CFM, Hideraldo Luis Souza Cabeça.
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