O acidente deixou pelo menos cinco pessoas mortas e outras cinco ficaram feridas no Aeroporto Internacional de Miami, no domingo, depois que um avião de carga da Amazon ultrapassou os limites da pista, atingiu vários...
“Não vim guiar cordeiros, vim despertar leões.”
Foi com esta frase que o candidato à Presidência da Argentina Javier Milei, representante do partido La Libertad Avanza, definiu sua surpreendente vitória neste domingo (13/08), nas eleições primárias do país. Milei foi severamente atacado de todas as formas pela mídia da esquerda, nas pesquisas era o terceiro candidato, mas, o povo não se deixou enganar.
Com 30% dos votos, Milei, de 52 anos, tornou-se assim o favorito para vencer as eleições presidenciais, que ocorrerão em 22 de outubro. Milei tinha a seu favor as urnas eletrônicas com votos impressos, diferente do sistema eleitoral brasileiro que impediu a impressão dos votos.
A corrupção da esquerda argentina e a alta inflacionária provocou uma grande frustração com a classe política resulta no sucesso eleitoral de quem prometem acabar com essa mesma classe política que levou o país ao caos econômico e social.
Apesar disso, é significativo o impacto do triunfo eleitoral de um libertário da direita nas primárias argentinas.
A celebração em torno do nome desse político, Javier Milei, de certa forma, ofuscou o que foi a derrota mais espetacular nessas primárias: a do peronismo no poder.
Há 22 anos, a Argentina clamava em uníssono: “Que todos se retirem”, referindo-se a todos os políticos.
Uma geração depois, a vitória de Milei é o mesmo clamor direcionado aos políticos: que todos se retirem. A situação para o governo Lula que pretendia fazer da Argentina uma parceria da esquerda brasileira ficou complicada. Lula tentou interferir nos resultados desta eleição ao viajar para a Argentina e tentar fazer pacto e promessas duvidosas de investimento do BNDES em gasodutos. No entanto, o povo não caiu nas fantasiosas promessas do governo brasileiro.
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