Publicado por: Carlos Borges Bahia
Publicado em 13 de abril de 2020

Durante o Carnaval a prefeitura ignorou as recomendações e liberou geral

O prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), enviou à Câmara Municipal o Projeto de Lei no mínimo de demagógico, que reduz o número de secretarias; ao invés de 24 a prefeitura passará a contar com 15 pasta secretarias; o governo espera uma economia de R$ 81 milhões por ano ou seja, 7 milhões por mês. Nada adianta cortar as secretarias se não cortar os cargos comissionados. Essa economia representa apenas 1% da receita total do município. O prefeitura precisa economizar muito mais que isso, deveria reduzir é o salários de todos comissionados em pelo menos 50% e, cortar todos as vantagens e gratificações que foram concedidas a títulos de mimos aos servidores públicos que ganham mais de 10 salários mínimos.

O prefeito Geraldo Julio (PSB) foi supostamente irresponsável quando não tomou as devidas medidas necessárias durante o período de Carnaval, período já havia recomendações para distanciamento social. O político fez vista grossa para as orientações do governo federal, preferiu arriscar para obter prestígio populista. Agora tenta minimizar a situação dizendo que Recife poderia ter 200 óbtos, e que vai reduzir as secretarias para conter os gastos. Medidas retardada, no mínimo hipócrita e dissimulada. O que teria que ser feita, não fez! O mundo inteiro cancelou ou adiou eventos internacionais de grande tradição e custos, para evitar a disseminação do coronavírus. O prefeito deveria ter antecipado as ações administrativas e preventiva, para evitar o caos financeiros do município.

A Prefeitura do Recife ressalta que foram organizado 52 polos com 2.700 apresentações carnavalesca na cidade, onde o povo pulou, dançou a semana toda. Foi mais que uma festa foi uma grande aglomeração de gente, sem qualquer medida de proteção, mesmo em época de contravirias.

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